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domingo, maio 26, 2024

Instagram se mantém a rede social mais utilizada no Brasil

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A essa altura do campeonato, não é segredo para ninguém que o povo brasileiro adora matar tempo em plataformas de redes sociais. Desde os tempos do Orkut, o nosso país é reconhecido internacionalmente por ter uma das bases de usuários mais engajadas da internet — conhecida, especialmente, pela sua produção incansável de memes.

Nesta semana, a firma de pesquisa Comscore divulgou um levantamento com as plataformas de mídias sociais mais populares entre os brasileiros, o que nos dá uma melhor noção sobre a forma como consumimos conteúdo por aqui. Com nomes bastante conhecidos (e algumas surpresas), os dados também indicam um futuro não tão próspero para empresas como Meta, Google, Twitter e TikTok.

Para a surpresa de absolutamente ninguém, o Instagram segue isolado como a rede social mais usada no Brasil. Em média, o público brasileiro costuma passar 14,44 horas por mês na plataforma da Meta — a qual, vale notar, tem feito mudanças drásticas para tentar competir com o TikTok e sua rápida expansão.

O YouTube, plataforma de vídeos do Google, aparece na segunda posição com 12,22 horas mensais, seguido pelo TikTok, com 9,27 horas mensais. O Facebook, por sua vez, aparece só na quarta posição com 9,08 horas mensais — o que só confirma a queda na popularidade da rede no Brasil.

Um destaque foi a rede social chinesa Kwai, concorrente direta do TikTok e que, apesar de enfrentar certa resistência dos usuários mais jovens, foi o destino de 7,16 horas mensais dos brasileiros.

Bem atrás temos o Twitter, rede social comandada pelo bilionário Elon Musk, com apenas 2,49 horas mensais. Mesmo com esse espaço entre a rede do passarinho e o Facebook, o Twitter ainda conseguiu superar o LinkedIn e o Pinterest, os quais aparecem com apenas 40 e 28 minutos mensais, respectivamente.

Como notado pela Forbes, de acordo com outro levantamento (este do Dazed Estúdio), usuários entre 19 e 25 anos têm passado menos tempo em rede sociais, embora tenham aumentado o o uso do celular. Segundo a firma, preocupações envolvendo o impacto dessas plataformas na saúde mental dos usuários estão entre as principais causas dessa debandada.

Esse declínio, segundo as informações, já está causando preocupação nas grande companhias, as quais recentemente passaram por uma onda de demissões. Boa parte das empresas do setor discutem a necessidade de reduzir custos devido à diminuição do crescimento econômico global.

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